quarta-feira, 6 de maio de 2015

RESENHA CRÍTICA DO FILME OS VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON.

RESENHA CRÍTICA DO FILME OS VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON.







Depois do primeiro filme, é evidente que a ansiedade para a continuação era grande. E principalmente por conta de personagens novos, como eles seriam inseridos no Universo Cinematográfico da Marvel.

Ultron é um dos grandes vilões do Universo Marvel, o robô é simplesmente um destruidor em massa. É claro que a intenção dele sempre foi acabar com a raça humana. Então nesse sentido é de se entender a preocupação em como seria o robô lunático nessa continuação.

E ainda tem um plus, os irmãos Maximoff; Pietro e Vanda sempre foram integrantes dos Vingadores, apesar de serem mutantes, e aqui vai um problema, pois os direitos dos mutantes não estão com os Estúdios Marvel e sim com a Fox. Para uma adequação a origem deles aqui foi diferente, algo a ver com o Cetro que foi apresentado anteriormente, no primeiro filme, mas ainda provavelmente tem a ver com os inumanos (quem acompanha a série Agents of Shield sabe do que estou falando) – e ficou legal a forma de conexão; sem contar que um dos próximos filmes da Marvel será justamente sobre os Inumanos.

Como se trata de filme, o universo aqui retratado é diferente e desta forma Ultron também foi tratado de forma diferente. Nas histórias em quadrinhos ele é quase imortal, quase invencível. No filme ele foi mais humanizado e tem até a ver com sua origem. Diferentemente da sua origem nos quadrinhos, do qual é criado por Hank Pym (Golias, Homem-Formiga e Jaqueta Amarela), em Vingadores 2, Ultron é criação de Antony Stark, como um projeto para uma proteção global, que dá errado... e muito.

No filme Tony fica na posse do cetro antes de ele ser levado para Asgard por Thor e com a inteligência artificial resolve dar prosseguimento ao Projeto Ultron juntamente com a outra mente genial do filme, Bruce Banner. O início do filme é justamente sobre como eles recuperam o Cetro, das mãos do Barão Von Strucker, da Hidra. E é também o primeiro embate com os irmãos Maximoff que neste primeiro momento são armas da Hidra. E dá para perceber que o grupo está realmente agindo como um grupo, bem articulado e todos trabalhando juntos, como uma equipe bem treinada... é, até mesmo o Hulk está integrado... por pouco tempo. O final do filme para ele ficou bem aberto, dando várias possibilidades (quem sabe um Planeta Hulk :)).

O cerne do filme está na criação de Ultron, que aparentemente destrói o programa Jarvis e aparece na festa em que estão os membros dos Vingadores. É usando armaduras do Homem de Ferro, controladas por Ultron que acontece a luta.

Acho que neste segundo filme a ação é mais concentrada, há uma maior preocupação com o bem-estar das pessoas, a despeito da destruição de Nova York, inclusive é a desculpa de Tony Stark para a criação do projeto Ultron. A inserção dos irmãos Maximoff foi bem feita, e a transição de inimigos para aliados fica bem marcada também, incluindo aí uma tragédia.

Como sempre li as revistas em quadrinhos dos Vingadores, desde que tinha meus dez anos é evidente que assistir aos filmes deles é uma viagem sensacional. Ver o Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, thor e Companhia juntos é um sonho realizado. Não espero que o filme seja profundo. É entretenimento puro, diversão.  Não espero um filme realista, mas sim um filme crível. É ter os quadrinhos transportados para as telonas.

E confesso que surtei no cinema quando vi o VISÃO, cara... simplesmente perfeito. Claro que a origem dele é diferente da origem dos quadrinhos, mas achei a origem do cinema bem digna... uma verdadeira visão. Quem sabe rola um romance entre ele e a Vanda.

Também gostei do fato que deram mais ênfase no Gavião Arqueiro neste filme, em sua vida particular... e não, não tem nada a ver com a Viúva.

O risco da extinção da raça humana existiu, por mais que algumas pessoas que assistiram ao filme disseram que o filme não teve uma grande ameaça, a despeito de Ultron. Se os vingadores não detivessem o vilão não mais existiria a raça humana.

Eu, como fã, de 0 a 5 daria uma nota cinco, mas com o olhar um pouco mais crítico, ainda acredito que poderia ser melhor... acho que uma nota 4 fica de bom tamanho.

Agora é aguardar Guerra Infinita, dividindo em duas partes. E os próximos filmes da próxima fase do Universo Cinematográfico Marvel, em que serão apresentados outros personagens, totalmente importantes.









Um abraço, gente.


Antonio Henrique Fernandes
Autor e Capitão deste Navio Errante.



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